domingo, abril 16, 2006

Não é caso para ignorar

Quando o tempo em que vivemos demonstra que, por perder seus caminhos com a espritulidade, o homem contemporâneo perde também sua vertente essencial: o exercício do AMAR, independente de qualquer opção: poli, mono, ...deuses, sem deuses, cem deuses.
Esses homens só pediam, dentro do contexto humano em que viveram, que não perdêssemos a capacidade de SERMOS humanos, somente.

Alan e eu rs. Oh, brincadeira boa essa a nossa, né? Amor-irmão da San. Amo você.

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