quarta-feira, outubro 10, 2007

Solidão

Em quantas línguas e áreas da ciência se poderá traduzir isto que se parece com nada, mas preenche de vazio a gente?

sábado, julho 14, 2007

Enough

Quando palavras estampido-dor ressoam, para que existirem?
Por que delas revelar trocadilhos fatais?
Dá-as a mim sorriso bonança,
gozo esperança.
De Sua alma-porta poesia transfigure-as por um momento...
Dá-as a mim mergulho em terras distantes,
Faça-as estalar,
reverberar canção
onda-mar-rios infância
faça-as fáceis
altamente bioagradáveis...
Por tantas vezes já as deste a mim
espasmo e horror...
Quero-as acalanto,
Névoas e sono
transcendência.
Tanta consciência e realidade fazem-no
solidão e morte.
Vives?
Duvido.
És sombra, pó
e não voltarás.
Avança e descansa.
Tua luta faz-se vã.
Embala-me, entrega-te
ao meu apelo,
sou olhar-procura de tua essência.
Ressoa-te, pois, em minha alma.
E descansa...

terça-feira, junho 26, 2007

Antes não tivesse...

Faz tempo que procuro...
Engraçado, perdi o controle, enquanto encontrava.
Puxa, saí passos apressados sob o estranhamento interrogativo de todos.
Angústia diluída em desejo de que tudo não passe de devaneios.
Amanhã, amanhã... Passa.
Mas ele repousou em mim, delineou-se em minhas retinas e possuiu-me com tamanha delicadeza. Vôo de borboletas e arroubos beija-flores.
Mais uma vez, como tantas outras, bati asas contra o inevitável.
Quedei-me mortal e vividamente ferida.
Agora, olhar-desvio... Medo de, talvez, me saber entregue.
A vida transborda, dolorosamente transborda em
mim.
Tanto o tenho tatuado em minha pele, em meus sonhos, em meus medos...

Angústia de vivê-lo para sempre em meu abraço confundido com o seu...

domingo, março 18, 2007

Canhestro

?
Destino...
Visão
o mundo
mudo
violência
reverencia
o não
ausência
que repete
o valor de
tantos
tantas
coisas: deus, flor
fila
formiga
gente

quinta-feira, fevereiro 08, 2007