manhã
acordar, mais cedo? uma tentativa...
no amanhã, amar, para sempre? uma ilusão
meio-dia
almoço...uma caminhada. um retornar cronometrado
a tarde chega...findar de mais? um dia, ...
em casa, tv ligada e a alma, mais do que o corpo,
dilacerada pela ausência de tudo: amor-próprio
amor-outro, amor-amor...
você não vem?
sim?
então...
cinco minutos de cochilo...de novo, o coração sobressaltado
era um sonho.
as mãos e o sorriso da boca, que se desejava,
se desvanecem,
assim como o sono,
e olhar cético no corpo
eletrizado de tanta despedida...
ninguém poderá dizer que não tentou...
eles riem sempre dela, enquanto balançam a cabeça, sentindo pena...
e ele não vê que era só por amor...
Porque queria encurtar a vida para tanto mais poder prolongá-la, entrei em combate e da filosofia restaram reminescências cálidas e um olhar tristemente embevecido diante do que um dia poderá vir e ser...
terça-feira, junho 09, 2009
Sutilmente...
SUTILMENTE
Composição: Samuel Rosa / Nando Reis
E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
Quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
Quando eu estiver fogo
Suavemente se encaixe
E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
E quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
E quando eu estiver bobo
Sutilmente disfarce
Mas quando eu estiver morto
Suplico que não me mate, não
Dentro de ti, dentro de ti
Mesmo que o mundo acabe, enfim
Dentro de tudo que cabe em ti
Composição: Samuel Rosa / Nando Reis
E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
Quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
Quando eu estiver fogo
Suavemente se encaixe
E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
E quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
E quando eu estiver bobo
Sutilmente disfarce
Mas quando eu estiver morto
Suplico que não me mate, não
Dentro de ti, dentro de ti
Mesmo que o mundo acabe, enfim
Dentro de tudo que cabe em ti
domingo, junho 07, 2009
Sob a luz dessa lua fria
eu sempre morro mais um dia
eu sempre nasço mais uma vez
e sempre à espera
um bom dia!
à espreita, pontada esquerda
inexplicável dor e ternura
sacode minha alma essa coisa do milagre da vida
que frágil, resiste e brilha
tão acima de mim, acima de um Nós, egoísta
insano, irresponsável...
não se conta a felicidade nos dedos
ela registra-se aqui, duramente leva
severamente punitiva...
eu sempre morro mais um dia
distante a lua fria...
eu sempre nasço mais uma vez
e sempre à espera
um bom dia!
à espreita, pontada esquerda
inexplicável dor e ternura
sacode minha alma essa coisa do milagre da vida
que frágil, resiste e brilha
tão acima de mim, acima de um Nós, egoísta
insano, irresponsável...
não se conta a felicidade nos dedos
ela registra-se aqui, duramente leva
severamente punitiva...
eu sempre morro mais um dia
distante a lua fria...
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