quarta-feira, junho 28, 2006

A morte

hoje, para mim, ela não foi poesia e me comove...
não havia chuva fina, não havia também sua voz, sotaque carioca, já um pouco conquistado pelo "e" fechado de PG; algumas l´grimas me surgiram impossíveis de serem contidas.
Ela se foi. Coisa estranha, triste...
não ia a sua casa, nem chegamos a tomar um café juntas, mas conversávamos na rua em frente a nossas casas, no ônibus.
Ela se foi como vela ao vento. era uma pessoa disposta, não se abatia pelo coração doentio que a consumia em dores.
Adeus!
inexorável destino esse nosso.
só uma certeza: seremos um dia lembrança e saudade a preencher um vazio que deixamos nos espaços que nunca tomamos por inteiro, mas que eram nossos.
Descanse em paz! há um lugar tranqüilo...
sei que há...

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