Porque queria encurtar a vida para tanto mais poder prolongá-la, entrei em combate e da filosofia restaram reminescências cálidas e um olhar tristemente embevecido diante do que um dia poderá vir e ser...
quarta-feira, agosto 23, 2006
Decidir
Sempre me disseram que estava nas minhas mãos. No entanto, eu adiei mais um pouco, por medo ou covardia, por insegurança ou por querer que desse certo? Não sei. Eu fico quieta no meu canto, eu às vezes rio, muitas vezes choro. Queria uma casa... na cidade, onde há uma montanha. Queria não ter que sair, assim, como quem vai com uma grande mágoa no coração. Também queria que aquelas palavras não tivessem sido ditas. Deixar um emprego não é uma coisa fácil. Já tenho outro. Parece tudo tão tranqüilo para mim, apesar de as estatísticas mostrarem números horrendos, eu pude dizer, e sem medo de errar: "Chega! Não!" Isto tudo mais me dói do que conforta, mais me usa do que me chama a participar, mais me quer convencer do que me aceitar. Estou entristecida, porém não magoada. Eu queria só ter conseguido me fazer ouvir. Mas penso que eu não deva me preocupar. Foi um ano... Puxa, fiz amigos, aprendi o brilho e o fracasso de ser prof.
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