quinta-feira, dezembro 23, 2010

Feliz Ano Novo!!

Os que falam são seres humanos,
Grandiosa e pequenamente humanos,
Pois o que difere o homem do instinto é a sua racionalidade
Constituída...

tchan, tchan, tchan!!!... pela linguagem!!
E isto vale também para os seres, crentes que sua origem advém de linhagem herdada  longinquamente dos párias que a trouxeram, expulsos de suas terras, as das "oropa" para a terra brasilis!
- a linguagem!

Sim, essa menina-mulher, douta em desvendar desmiolados, pretensamente superpostos (traduzindo: superiores) à visão dos que falam e agem pela palavra...
até estes, senhores! – sucumbem à palavra, às palavras!!
E as usam como usurários, posto que exploram e dispõem do sentimento  das pessoas de bem (das que falam) para o bel-prazer de seu ego monostático e empedernido.
A esses humanos, homo iludens, que se pensam teimosos,
Embora sejam muito mais mote à pilhéria,
Porque sempre servirão de assunto,
Única forma de existirem no mundo...
 para satisfazer seu ego, vale a máxima “falem mal, mas...
que tal: “ riam de mim...”? rsrsrsr

Distintamente dos que usam a palavra para serem,
Estes que as evitam, são usados pelas palavras dos outros,
E definham quando, de repente, se percebem incapazes até mesmo dos vícios da linguagem...
Iniciados pelo mundo dos que falam,
Recolhem-se orgulhosos à sua insignificância, pois
Jamais possuirão competência para além de ver, “ouvir estrelas”...
São incapazes de adiante avançarem “de boa” o cabo da Esperança.
Seres amorfos e constituídos por certa longínqua terra de mães e pais
Cultivadores de colonialismo servil, submetidos à retórica da vida cristã...
Até que a morte os separe, condenam-se uns aos outros,
E que a vida os aproxime, e faça-os brindarem  a um ano...de sempre.
Os fogos da celebração desse encontro virão das palavras duras, desarmoniosas
Das esposas não aceitas, do filho prodígio que retorna, orgulhoso...
De...ah, perdoem-me...
Esses não usam as palavras e detestam ouvi-las...





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