Pensando me disseste: "adeus, fica com teu pensamento..."
Vivendo pedi: "volta"?
Voltaste como estrangeiro,
jogando-me em território desconhecido;
me debati e descobri mais de mim,
e,no entanto, absorta em mim
desvencilho-me da espera
e vou condensando expectativas em escritas-catarse.
O humano em mim é inconstância porque o "outro" é de mim
tijolo-alicerce, verdades incertas,
caminhos oblíquos, cerne e digestão.
Eu não me sabia o tanto que em ti me conheci,
e na minha pessoa, Pessoa, Leminski atravessam anos antes, e surge agora uma definição-paráfrase:
"não sou, nunca fui, não serei nada... à parte isso, em mim os todos de ninguém
e os meus nadas de todos".
Um comentário:
...
Voltas às voltas
Sempre fomos o nada
Não chegamos ser tudo...
Quando visito teu blog, sempre fico imaginando que música você coloca para que as palavras tenham um certo movimento, dançam a nossos olhos...
Bjins pitititinhos!!!!
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